segunda-feira, 25 de julho de 2011

O respeito ao tempo de parir

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Pelo direito de ter um acompanhante no trabalho de parto e parto

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Em posição de escolher

Início aqui o primeiro de três posts sobre os vídeos (fantásticos) produzidos pela Humpar (www.humpar.org), Associação Portuguesa pela Humanização do Parto, sobre direitos reprodutivos da mulher. Assisti esses vídeos durante a palestra da parteira holandesa Mary Zwart, este mês na Casa de Parto Casa Angela. Vale a pena conferir.

Temos direitos!

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Vem aí a 2a Caminhada BemVindo e Maternidade Cachoerinha...

... de Incentivo ao Aleitamento Materno e Doação de Leite Humano.
Sou uma das educadoras da ONG e estarei lá contribuindo para esclarecer dúvidas e dar dicas sobre amamentação. Será no próximo sábado.
Dia 31 de julho, no Parque da Juventude, das 8h30 às 12h30
Apareçam :)

Curso de Assistência ao Parto e Nascimento à Luz da Humanização

Olha só que coisa boa o pessoal do Espaço Clara Luz (http://www.claraluz.pro.br/) está promovendo em Fortaleza, Ceará.

Para as gestantes de São Bernando do Campo

Cobrança de taxa extra para parto é abusiva, diz Procon

A cobrança de uma taxa extra para a realização de partos por parte dos médicos que são credenciados por planos de saúde foi considerara abusiva pela coordenadora do Procon-PR, Claudia Silvano, que orienta o consumidor a não pagá-la.

Segundo Silvano, atitudes como esta prejudicam o usuário do plano de saúde, que paga a sua mensalidade, inclusive com o módulo extra para obstetrícia – o que encarece o plano - e que agora está sendo obrigado a desembolsar um valor adicional para a realização do parto. “O médico, que é credenciado e que fez o pré-natal, não deve se eximir da responsabilidade de realizar o parto e acompanhar sua paciente até sua alta, uma vez que tanto o procedimento como seus honorários são cobertos pela operadora do plano de saúde”, diz.

Ela enfatiza que a legislação do setor e o Código de Defesa do Consumidor proíbem qualquer cobrança de valores adicionais por consulta ou por contraprestação de serviço que tem a cobertura contratada junto à operadora do plano de saúde.

Se tal situação ocorrer, alerta a coordenadora, o consumidor deve se negar a pagar e comunicar à operadora, que deverá oferecer alternativa de atendimento sem custo extra ao consumidor, à ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) e aos órgãos de defesa do consumidor. “Se vier a pagar pelo serviço prestado, é preciso pedir um recibo para ressarcimento. Caso tenha o pedido negado por parte do plano de saúde, deve obter uma declaração por escrito para fazer a reclamação junto a estes órgãos e também acionar o Judiciário”, orienta Claudia Silvano.

Fonte: http://www.aen.pr.gov.br/modules/noticias/article.php?storyid=64707&tit=Cobranca-de-taxa-extra-para-parto-e-abusiva-diz-Procon

Por que o atendimento à mulher gestante no Brasil vai na contra-corrente do Reino Unido?

Minutos depois de postar a matéria da recomendação dos obstetras do Reino Unido para o aumento dos partos domiciliares para uma gestação de baixo risco, leio com pesar uma matéria sobre o desaconselhamento do Cremesp para partos domiciliares. O que acontece no Brasil? Será que o modelo de assistência britânico e holandês são tão equivocados assim? Por que as diferenças nesse campo com o Brasil são tão discrepantes? Será que as brasileiras possuem um gene fraco, que as impossibilita viver um parto normal onde elas queiram?Ou se trata apenas de uma cultura, de uma ideologia?

É hora de questionamentos e reflexões.

Aqui está o link da matéria publicada na Pais e Filhos: http://revistapaisefilhos.com.br//gravidez/voce-viu/cremesp-desaconselha-parto-domiciliar

Sobre depressão pós parto

Existem infinitos tabus na nossa sociedade. Um deles é sobre qualquer aspecto negativo do ato de ser mãe. Na nossa sociedade, existe uma cultura muito forte sobre isso que nos leva a pensar que ser mãe é algo próximo do estado de extase das propagandas de margarina.
Ledo engano, ser mãe é a criação de uma nova identidade, e uma existência pra lá de complexa. Assim como tudo na vida, tem seu lado bacana, seu lado mais ou menos, e seu lado bem chato. Esse texto chegou até mim pela lista da Nove Luas. Entrei no blog de autoria dele e descobri mais um cantinho muito bacana para os momentos de pós-parto: http://conversademae.com/ . Super recomendo! Bjos

Toda mãe é feliz, menos eu?
(…) Poucas assumem a depressão (…) Parece que, se você tem bebê, não pode ser franca (…) Falam que amamentar é amar, se você não amamenta, não ama o seu filho.
Tive depressão após o nascimento do meu filho, em 2009. Foi cesárea. Quando cheguei do hospital notei meu zelo excessivo com o bebê. Se deixava o Joaquim no quarto, ia vê-lo a cada cinco minutos. Não desligava. Temia que algo acontecesse.
A mamada doía muito. No folheto parece natural, você acha que vai pegar o bebê e amamentar. Falam que amamentar é amar. Se não amamenta, não ama seu filho.
Eu chorava muito no banho, único momento em que eu parava para me cuidar.
Quando anoitecia, dava taquicardia: sabia que ia passar a noite em claro. Na única hora que tinha para descansar, batia desespero. Não conseguia deitar e dormir.

As Outras
Poucas mães assumem a depressão pós-parto. Essa solidão desempenhou um papel no meu problema.
Quando você vira mãe, as outras te julgam. Se você amamenta, você é uma baita de uma mãe. Se faz parto normal, também. Mas, se eu dizia que estava deprimida, as outras ficavam assustadas. Eu me sentia em julgamento.
Olhava as outras mães felizes, elas não sofriam como eu. Eu me comparava muito. Pensava se aquilo era de verdade, tinha dúvidas se as outras estavam mesmo felizes o tempo todo. Parecia que só eu tinha problema. Ninguém chegou para mim e disse que também teve depressão. Não condeno essa cultura da maternidade perfeita, mas muito do que passei foi por causa dessa fiscalização materna. Parece que se você tem bebê, não pode ser franca.

Culpa
As consultas com a pediatra eram regadas a choro. Ela tinha dito que o processo de adaptação durava três meses. Eu já estava no quinto mês depois do parto e ainda chorava muito. Foi essa médica quem me contou que eu estava no quadro de depressão.
Ela disse que eu devia procurar ajuda. Na mesma hora marquei ginecologista. Fui diagnosticada com depressão pós-parto. A gineco disse que tinha receio de eu tomar alguma atitude contra o Joaquim. Quando ela falou isso, bateu culpa. Foi como ouvir: ‘você não é uma mãe eficiente’. Pensei: sou apenas mãe o tempo todo, e ainda estou fazendo tudo errado?
O assunto depressão é meio ‘sofá da Oprah‘ (Oprah Winfrey, apresentadora da TV americana), já acham que você rejeita o filho, que não consegue olhar para ele, que você é a Brooke Shiels (atriz americana que sofreu depressão pós-parto grave e declarou não ter nem vontade de fingir que sentia algum carinho pela filha).
Mas eu sempre amei e sempre cuidei do Joaquim. Só que eu é que tinha que dar comida, banho, não queria ajuda.

Diagnóstico
Depois do diagnóstico, meu marido me ajudou. Minha mãe foi passar um tempo em casa, passei a admitir deixar alguém tomar conta do meu filho. Hoje, tenho babá. Antes, não aceitava.
Quis ficar bem logo para cuidar do Joaquim. O tratamento foi bem rápido. Tomei um remédio por uns dois meses, que trata a depressão e aumenta o leite. Com isso, meu choro no banho começou a perder
o sentido, eu já não dava tanta bola para a culpa e aquela angústia que sentia à noite foi diminuindo.
Quando parei de amamentar, comecei terapia e tratamento com um antidepressivo. Abandonei o remédio cinco meses depois, mas faço a terapia até hoje.
Há três meses, eu e duas amigas criamos um blog (Conversa de Mãe) para trocar experiências desse tipo. Tive sorte, minha depressão foi moderada.
Fico pensando como será com mães em depressão grave.

Fonte: Guilherme Genestreti (Folha.com)

Obstetras britânicos recomendam parto em casa

Confiram essa matéria interessante na Globonews sobre a recomendação de obstetras ingleses para que se aumente o número de partos realizados em ambiente domiciliar. A meta é que 1/3 dos partos de baixo risco sejam realizados por parteiras nas casas das mulheres gestantes.

http://globonews.globo.com/videos/v/obstetras-britanicos-recomendam-que-mulheres-facam-parto-em-casa/1569424/

sábado, 16 de julho de 2011

Cronograma dos Encontros de Gestantes da Casa Moara (Julho/Agosto/Setembro)

A Casa Moara é um centro de parto humanizado, que fica aqui no Brooklin em São Paulo. Toda quarta, realiza os "Encontros de Gestantes", que são bate-papos entre profissionais, convidados e mulheres gestantes para disseminar informação de qualidade e promover a troca de experiências entre gestantes. Cada semana tem um tema e essa é uma excelente oportunidade para que as mulheres gestantes possam tirar as infinitas dúvidas que surgem na gravidez.

ENCONTROS DE GESTANTES DA CASA MOARA – 2011 
Organização: Casa Moara, Primaluz – Parteiras Contemporâneas, Drika Cerqueira, Katia Barga, Marcelly Ribeiro, Barriga Boa, Dani Andretto- Gestamater, Manhecendo – Marilia Reiter
Todas as quartas-feiras das 20h às 22h e todos os últimos sábados do mês das 10h30 às 13h 
Rua Guararapes, 634 Brooklin Paulista – 5096-2318 / 5092-6436
DataTemasConvidados
Quarta-feira - 06/07Dança MaternaTati Tardioli
Quarta-feira - 13/07Parto humanizado no hospitalRelato de parto
Quarta-feira - 20/07Alimentação na gravidez e pós-parto sob o ponto de vista da antroposofiaAmanda Buonaviglia
Quarta-feira - 27/07Parto na águaRelato de parto
Sábado - 30/07Preparação para o períneo na gestação, parto e pós-parto (Epi-no)Miriam Zanetti
Quarta-feira - 03/08A equipe para o parto: papel dos profissionais e acompanhantes-
Quarta-feira - 10/08Intervenções no parto: quando são necessárias-
Quarta-feira - 17/08Discussão sobre o livro Parto com AmorLuciana Benatti
Quarta-feira - 24/08VBAC Parto normal após cesariana 
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Sábado - 27/08Assistência ao recem nascido nas primeiras horas de vidaDouglas Gomes
Quarta-feira - 31/08Sexualidade na gestação-
Quarta-feira - 07/09Não haverá encontro-
Quarta-feira - 14/09O papel do pai no partoRelatos de pais
Quarta-feira - 21/09Parto domiciliarRelato de parto
Sábado - 24/09As Fases do Parto 
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Quarta-feira - 28/09Amamentação nas primeiras horas de vida e nos primeiros dias: como se prepararHonorina de Almeida (Nina)

Quem disse que criança não come brócolis?

Contrariando todas as propagandas: eis uma criança que ama brócolis!
Esse é o fofo do João (filho da querida Larissa), que nasceu de um poderoso PNH.

BrincaYoga agita as férias da garotada em julho

Olá Pessoal,
Minha amiga e (con)cunhada Nirmala faz um trabalho muito bacana de Yoga voltada para a criançada. Esse mês ela fará várias apresentações no Sesc. Hoje ela faz uma apresentação junto com meu cunhado, o contador de história e repentista César Obeid. Recomendadíssimo!



Também farei com o César Obeid uma linda contação de histórias no SESC OSASCO
HISTÓRIAS INDIANAS DO PANTCHATANTRA no SESC OsascoNarração das fábulas e histórias de sabedoria, entrecortadas com o harmônio
(instrumento típico da cultura indiana), violão, mantras e muita alegria.
Pantchatantra é uma milenar coleção de contos originalmente escrita em sânscrito que,
por meio de diversas traduções, viajou o mundo todo.
Com César Obeid e Renata von Poser.
Dia: 16/07-  Sábado, às 15h

Sesc Bertioga  – dias 01, 08, 15, 22 e 29 de julho -   às 16h

Sesc Belenzinho  – dias 03, 09, 17, 23 e 31 de julho -  às 15h

Sesc Carmo – dias 14, 18 e 25 de julho -  às 9h30 e às 14h30

BrincaYoga é uma atividade para o público infantil que busca de maneira descontraída,
com brincadeiras, músicas e histórias, desenvolver a identidade e
estimular à expressão corporal positiva e o auto-conhecimento. 

É uma vivência das posturas da yoga, que imitam os animais e os elementos da natureza,
com técnicas simples de respiração, meditação e relaxamento.