terça-feira, 27 de setembro de 2011

Está no ar a nova programação dos encontros de gestantes da Casa Moara

Vale dizer que os encontros são gratuitos e super proveitosos!


ENCONTROS DE GESTANTES DA CASA MOARA – 2011
Organização: Casa Moara, Primaluz – Parteiras Contemporâneas, Drika Cerqueira, Katia Barga, Marcelly Ribeiro, Barriga Boa, Dani Andretto- Gestamater, Manhecendo – Marília Reiter
Todas as quartas-feiras das 20h às 22h e todos os últimos sábados do mês das 10h30 às 13h
Rua Guararapes, 634 Brooklin Paulista – 5096-2318 / 5092-6436
Data
Temas
Convidados
Quarta-feira  - 05/10
Filme sobre parto – Hanami
Semana de respeito a Criança

Quarta-feira – 12/10
não haverá encontro

Quarta-feira – 19/10
Parto humanizado no hospital
Relato de parto
Quarta-feira – 26/10
Casas de Parto
Casa Angela
Sábado – 29/10
não haverá encontro

Quarta-feira – 02/11
não haverá encontro

Quarta-feira – 09/11
Intervenções no parto: quando são necessárias (esclarecimentos sobre VBAC)

Quarta-feira – 16/11
A Dor no Parto e o Medo
Claudia Xavier
Quarta-feira – 23/11
O quarto trimestre de vida do bebê: a adaptação fora do útero, fome, sono, choro, cólicas
Honorina de Almeida (Nina)
Sábado – 26/11
Preparação para o períneo na gestação, parto e pós-parto (Epi-no)
Miriam Zanetti
Quarta-feira – 30/11
Assistência ao recém nascido nas primeiras horas de vida
Douglas Gomes
Quarta-feira  – 07/12
A equipe para o parto: papel dos profissionais e acompanhantes

Quarta-feira – 14/12
Parto domiciliar
Filme – O parto em casa
Sábado – 17/12
As Fases do Parto

Quarta-feira – 21/12
não haverá encontro

Quarta-feira – 28/12
não haverá encontro

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Iphan estuda classificar parteiras de Pernambuco como patrimônio nacional

O ofício das parteiras pode se tornar patrimônio imaterial brasileiro no Livro de Registro de Bens Culturais de Natureza Imaterial do Iphan (Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional). O inventário – requisito para o título – foi realizado por um grupo de instituições pernambucanas onde o trabalho das raras parteiras resiste ao tempo. Devido à oralidade da técnica de partejar, o conhecimento do ofício deve ser registrado em forma de livro para que a prática não seja extinta com o passar dos anos.
A ideia de incluir as parteiras no grupo partiu do Instituto Nômades, Grupo Curumim, Associação das Parteiras Tradicionais de Caruaru e Associação das Parteiras Tradicionais e Hospitalares de Jaboatão dos Guararapes. As quatro instituições catalogaram o trabalho de 220 parteiras no Estado em seis municípios. O material já está em análise no Iphan.
Segundo o Instituto Nômades, a solicitação tenta reverter a fragilidade do ofício. O inventário cataloga as técnicas das parteiras para “superar dificuldades de transmissão e desvalorização diante da tecnologia e conhecimento biomédico”.
A doula (pessoa que ajuda parturientes no parto e pós-parto) Daniella Gayoso afirma que as parteiras têm dificuldade de repassar o ofício “porque a maioria já tem idade avançada e dificuldades de repassar o conhecimento, e poucas se interessam em aprender as técnicas”.
“Sabemos da importância dessas mulheres que ajudam as grávidas a dar à luz nos lugares mais longínquos e não podemos deixar que o ofício se perca com o passar dos anos”, disse Daniella, que é adepta do parto natural com ajuda de parteira e teve três dos quatro filhos nascidos em casa.
A extinção do ofício das parteiras está ligada a fatores como o controle de natalidade, a abrangência do SUS (Sistema Único de Saúde) além do desinteresse de outras mulheres por aprender as técnicas. “Em todas as cidades visitadas as parteiras relataram que o trabalho de ‘pegar menino’ está diminuindo, como também o número de parteiras, que na sua maioria já está com idade avançada. Não há valorização em massa do ofício por não ser remunerado”, afirmou a doula.
Daniella disse que ainda existem parteiras que fazem exceção à regra, mas que a resistência ao tempo se dá por explicações distintas. Segundo ela, nas regiões pobres o difícil acesso e a falta de alternativa mantêm a existência de partos domiciliares.
“Existe uma parteira que reside num bairro da periferia de Jaboatão dos Guararapes altamente violento, e a dificuldade de locomoção de grávidas em trabalho de parto é complicada. O tráfico de drogas impede a entrada de pessoas que não são da comunidade, e taxistas não arriscam fazer corridas para a área. Mas também temos exemplo de uma parcela da sociedade recifense que está mais esclarecida sobre a importância do parto normal, e as mulheres estão aderido aos partos domiciliares.”
O trabalho de pesquisa também abrangeu comunidades indígenas de Pernambuco para saber se os partos das índias eram feitos por parteiras e quais as técnicas usadas. A realidade da extinção das parteiras também foi comprovada nas etnias xucuru, pankararu e kapinawá, que não têm novas índias que realizam o ofício.
“Não encontramos índias com menos de 50 anos que eram parteiras. Na tribo xucuru partos realizados com auxílio de parteira são raridade. Já a pankararu e a kapinawá é mantida a tradição dos bebês nascerem lá na comunidade”, afirmou.

Exemplo na ONU

Com índices positivos na atenção à saúde da mulher registrados no Brasil, o trabalho das parteiras serviu de exemplo para oito países que participaram da reunião da ONU (Organizações das Nações Unidas), ocorrida nos últimos dias 18 e 19, em Nova York (Estados Unidos).
Ministros da Saúde, chefes das agências da ONU, além de representantes da sociedade civil, como organizações de mulheres e profissionais de saúde, discutiram as formas de reduzir a mortalidade materna e infantil, que fazem parte dos desafios para os países alcançarem as Metas de Desenvolvimento do Milênio (ODM).
O Grupo Curumim representou o Brasil e mostrou a experiência de dez anos de ações de capacitação de parteiras nas regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sul e Sudeste brasileiras.
“O trabalho com as parteiras tradicionais é importante para que as ações de saúde reprodutiva e especialmente obstétrica propostas pelos governos tenham adesão da comunidade, já que as parteiras representam uma importante liderança. O trabalho que desenvolvemos é que elas sejam um elo entre os serviços públicos de saúde e a comunidade”, afirmou Paula Viana, do Grupo Curumim.
Em dez anos de existência, o programa Parteira já capacitou mais de 2.000 parteiras tradicionais, indígenas, quilombolas e Agentes Comunitários de Saúde (ACS) dos Estados do Acre, Alagoas, Amapá, Amazônia, Bahia, Goiás, Mato Grosso, Maranhão, Minas Gerais, Pará, Paraná, Paraíba, Pernambuco, Roraima e Tocantins.

Mais de 5.000 partos

A pernambucana Maria dos Prazeres de Souza, 73 anos, é o exemplo de dedicação, amor e dom pela profissão que adotou desde a adolescência. Aos 52 anos de profissão, em 2008 a parteira atingiu nada menos do que 5.000 partos feitos por ela em residências sem a ocorrência de nenhuma morte.
Com mais de 50 anos de trabalho de partejar, ela conta que o segredo para o sucesso em 100% dos partos realizados é saber o limite que a mãe e bebê atingem para não correr riscos e complicações no parto. “Não sou eu quem ajuda as mães a parir, é Deus. Sou apenas instrumento dele, temos de ser pacientes e esperar, dentro do limite, é claro. Além do mais, faço tudo com muito amor, pois é uma vida que se inicia.”
Com graduação em enfermagem e obstetrícia, realizada na Faculdade de Medicina de Recife, em 1964, Maria dos Prazeres é uma das poucas parteiras que ainda mantêm viva a profissão. Ela conta que na adolescência ajudava o nascimento de animais, mas foi com 17 anos que ela realizou o primeiro parto “em gente”.
Da mesma forma que as parteiras tradicionais estão em extinção, os partos realizados em casa também estão. Maria dos Prazeres destaca que o perfil das mulheres adeptas ao parto natural mudou, e agora “na era da modernidade apenas as mais avançadas culturalmente têm coragem de parir com ajuda de uma parteira”.
“As mulheres com menos instrução evitam o parto normal e se deixam enganar com os médicos, que vão logo marcando o parto cesariana. Atualmente, vejo que as mulheres de classe média e alta querem manter a tradição humana de ter filhos de forma natural. O parto normal e a amamentação fazem parte da natureza humana e trazem inúmeros benefícios.”
Maria dos Prazeres disse que não cobra para realização de partos, mas “aceita uma contribuição dentro das posses que a família pode oferecer”. “Jamais cobrei pelo meu serviço, pois faço tudo com amor. Se me derem R$ 100 eu aceito. Se me derem R$ 200 também é benvindo, mas se for um muito obrigado, um beijo e um abraço, também.”

Fonte: UOL Notícias

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

MPF defende privacidade em exames em hospital universitário de Rio Grande

Uma gestante de alto risco teve procedimento ginecológico negado pelo Hospital Universitário Miguel R. Corrêa Junior porque impediu que estudantes de medicina da Fundação Universidade Federal do Rio Grande (FURG) acompanhassem o exame. O Ministério Público Federal moveu ação civil pública, julgada improcedente tanto pela Vara Federal de Rio Grande quanto pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4). Agora, a Procuradoria Regional da República da 4ª Região (PRR4) apela para que o Supremo Tribunal Federal (STF) mude o entendimento.

O procurador Carlos Eduardo Copetti Leite, autor do recurso, considera que negar atendimento ao paciente que recusa o acompanhamento discente contraria direitos fundamentais como direito à dignidade, à intimidade e à saúde. Segundo ele, a questão transcende o interesse subjetivo da causa. "O objetivo da ação civil pública não é impossibilitar todo e qualquer acompanhamento de estudantes em exames médicos, mas tão somente quando o paciente sinta-se constrangido, humilhado e violado na sua intimidade", afirma.

Para a Justiça, o bem maior a ser protegido neste caso é o da excelência do ensino médico, que privilegia o interesse público de todos os cidadãos que necessitam de cuidados hospitalares. Copetti argumenta que "o grau de realização do direito fundamental ao ensino dos estudantes de medicina não é tamanho a ponto de justificar a não realização ou a restrição do direito à saúde, à intimidade e à dignidade da paciente".

O procurador acrescenta que o hospital da FURG é credenciado ao Sistema Único de Saúde (SUS), sendo remunerado por todos cidadãos para a realização de seus fins. Portanto, o ensino da medicina não pode ser obstáculo à realização de consultas e exames. Além disso, a instituição é referência em relação ao acompanhamento pré-natal de casos de alto risco: é o único em Rio Grande em que tal serviço é oferecido pelo SUS. "Exigir a busca por outra instituição seria até agravar a situação dos interessados, fazendo com que eles dispensem recursos que não possuem para o deslocamento, sendo justamente a hipossuficiência a razão que os leva a procurar um hospital público naquela localidade", defende.   
Acompanhe o caso no TRF4:

Apelação Cível Nº 5001945-73.2010.404.7101

Fonte: MPF

Anvisa proíbe venda de mamadeiras de plástico feitas com bisfenol A

Substância faz parte do policarbonato e é comum nas mamadeiras mais baratas; não há estudos conclusivos, mas a suspeita é de que ela cause problemas neurológicos em bebês

Da Redação do G1
Mamadeiras de todos os modelos, tamanhos e materiais. Algumas possuem um selo: zero por cento de BPA ou livre de BPA. Essa é a sigla de bisfenol A, uma substância que faz parte do policarbonato, um plástico transparente, bem durinho. É o material mais comum nas mamadeiras baratas.

O uso de policarbonato em mamadeiras já foi proibido no Canadá, na Austrália e na União Europeia. Agora o Brasil tomou a mesma decisão. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou que, a partir janeiro do ano que vem, esses produtos não podem mais estar nas prateleiras.

O BPA também é usado para fazer tigelas e copos plásticos, mas esses produtos continuam liberados. A proibição das mamadeiras é para proteger as crianças pequenas. Segundo a Anvisa, quando se ferve a mamadeira com leite dentro, aumenta o risco de contaminação. “O aquecimento favorece a migração do bisfenol para o alimento. Então é bom evitar aquecer a mamadeira no micro-ondas para evitar o limite da migração", explica Denise Resende, gerente de alimentos da Anvisa.

A Anvisa não tem estudos conclusivos, mas suspeita que o BPA pode causar problemas neurológicos em crianças com menos de um ano. Ingrid Costa, que mora no Varjão, perto de Brasília, diz que sempre deu para o filho dela madeiras feitas de BPA. Ela nunca soube que esse tipo de plástico pode prejudicar a saúde.

A Anvisa explica que não há nenhuma proibição para a venda de bicos de mamadeiras e chupetas. É porque esses produtos são feitos com outros materiais - como látex, silicone - e não com BPA.

Fonte:  pe360graus

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Fraldada acontece no dia 10 de setembro


Teste sanguíneo irá sinalizar grávidas em risco de parto pré-termo

Um simples teste sanguíneo pode em breve indicar se um grávida está em risco de parto pré-termo. Segundo investigadores norte-americanos cerca de 80 por cento dos partos prematuros poderão assim ser prevenidos, se os médicos souberem antecipadamente que a grávida está em risco. O teste em causa permite
Segundo o estudo realizado na Universidade do Utah, oito em cada dez grávidas que dão à luz prematuramente desenvolvem no sangue três novos péptidos (bio-moléculas formados pela ligação de dois ou mais aminoácidos).
Com o teste que os identifica, os médicos podem aconselhar as grávidas a fazer alterações no seu estilo de vida, a descansar muito, e receitar hormonas que vão manter o bebé no útero durante mais tempo. Conseguir prolongar a gravidez por uma ou duas semanas já representa um enorme impacto, em termos de taxa de sobrevivência, mas também na qualidade da saúde dos bebés que sobrevivem.
O estudo foi publicado no American Journal of Obstetrics and Gynaecology.

Fonte: TVI24

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Dança Materna para gestantes na Casa Moara


Novas turma, começando hoje, 5a feira, 1o de setembro.


Dança Materna

A Dança Materna para Gestantes estimula uma vivência consciente da gravidez. A mulher é convidada a experimentar-se na dança como forma de se conhecer, se expressar e lidar com todas as transformações desse momento da vida.
Dançar na gestação melhora a oxigenação e a circulação sanguínea, beneficiando mãe e bebê. Possibilita uma assimilação mais tranquila das mudanças que vão acontecendo no corpo, com o auxílio de exercícios adequados de alongamento, fortalecimento e respiração.
Colabora para uma sustentação harmoniosa do ganho de peso e contribui com a preparação para o parto, quando é preciso conciliar momentos de ação e de entrega. 

Dança Materna para Gestantes

Valores:
 
Aula avulsa/ Experimental: R$ 55 - Mensal: R$ 200- Trimestral R$ 180- Quadrimestral R$ 170- Semestral R$ 150

Horário:
19 às 20:15
Local:
Casa Moara
Rua Guararapes, 634 - Brooklin